Ansiedade, Fobia e Síndrome do Pânico

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Ansiedade é definida como desconforto, apreensão negativa em relação ao futuro e inquietação interna desagradável, incluindo manifestações fisiológicas (taquicardia, tensão muscular, tremores, sudorese, tontura,etc…)

Angústia relaciona-se à sensação de aperto no peito e garganta e sufocamento. Assemelha-se à ansiedade, mas tem conotação relacionada ao passado.

Enquanto que a angústia e a ansiedade referem-se a objetos não precisos, o medo é caracterizado por referir-se a um objeto preciso (medo de algo).  O medo não é uma emoção patológica, mas uma característica universal de animais e do ser humano, relacionado ao instinto de sobrevivência.

Fobias são medos determinados desproporcionais e incompatíveis com as possibilidades do perigo real oferecidas pelos desencadeantes (que podem ser de entrar em contato com pessoas desconhecidas, de gatos, de entrar em elevador…)

Pânico é uma reação de medo intenso, de pavor, relacionada ao perigo de morte iminente, descontrole ou desintegração, com desejo de fugir da situação. Se manifesta como crise intensa de ansiedade acompanhada por medo intenso de morrer (ou perder o controle) e acentuada descarga fisiológica, como taquicardia, falta de ar, formigamento, dor no peito…).

As crises duram alguns minutos e tendem a repetir-se com periodicidade variável e costumam ocorrer após exposição a fatores desencadeantes.

O tratamento dá-se através de psicoterapia e, em alguns casos, juntamente com medicação psicoterápica.

A abordagem Cognitivo-Comportamental é a mais indicada, pois trabalhará com técnicas que visam alterações comportamentais.

Fonte: Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais